segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Jovens emigram cada vez mais e sem noção dos perigos
Com o intuito de alertar os mais jovens, sobretudo os "grupos de risco" como os alunos dos cursos profissionalizantes, "mais permeáveis ao abandono precoce da escola" e a procurarem "soluções financeiras mais apressadas", o ex-director do SEF, José Felisberto Almeida, abordou hoje, na Escola Jaime Moniz, o tema da migração ilegal e tráfico de pessoas. À margem da conferência, frisou que, devido à fragilidade económica, "mais jovens estão a partir, no sentido de poderem agilizar e corresponder às expectativas frustradas dos pais, nomeadamente ao nível do ensino profissionalizante".
José Felisberto Almeida disse ainda que o mercado laboral, neste momento, em Portugal oferece "cada vez menos perigos", já que as ofertas de emprego são cada vez menores. "Isso incentiva os estudantes ou pretensos estudantes para que abandonem e se dirijam normalmente para o Reino Unido, Suíça, Luxemburgo, França, locais para onde eles vão mais", frisou, apontando, no entanto, que, na Região, são poucos os casos de exploração envolvendo madeirenses. "São poucos, mas são traumáticos, alguns deles",continuou, alertanto para o facto de poder haver um incremento devido à situação actual do país.
O ex-director do SEF sublinhou também que se assiste hoje a uma "procura informal". "No passado, muita gente se chocava quando o Governo Regional 'controlava' as saídas para Jersey e para as ilhas do Canal, no entanto, essas soluções, comparadas com as soluções de hoje, eram consolidadas, seguras e responsáveis, o que estamos a ver hoje é cada um por si", rematou.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Como ter sucesso na vida segundo Steve Jobs
- Ninguém quer morrer. Nem mesmo as pessoas que querem ir para o Céu querem morrer para lá chegar.
- Quando olho para trás vejo que ter desistido da universidade, foi a melhor coisa que podia ter feito.
- Pôde deixar de frequentar as aulas obrigatórias "que não serviam para nada" e passar a assistir às que mais lhe interessavam.
- Se não fosse assim, hoje não estaria aqui.
- A morte é muito provavelmente a melhor invenção da vida. Lembrar-me de que todos estaremos mortos em breve é a ferramenta mais importante que encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas na vida.
- Quase tudo – as expectativas, o orgulho, o medo de falar, qualquer coisa – tudo desaparece quando estamos perante a morte.
O tempo é limitado, não o desperdicem!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Traficavam mulheres e obrigavam-nas a prostituírem-se
A Polícia Judiciária (PJ) de Aveiro anunciou, esta segunda-feira, a detenção, na zona da Mealhada, de duas mulheres e um homem suspeitos da prática do crime de tráfico de pessoas.
As detenções ocorreram na sequência da realização de buscas domiciliárias, no âmbito de uma investigação que visava a identificação e desarticulação de um grupo criminoso alegadamente envolvido no tráfico de mulheres que eram encaminhadas para a prostituição.
De acordo com a PJ, os três detidos são responsáveis pela introdução, em território nacional de, pelo menos, uma cidadã estrangeira, com 19 anos de idade, compatriota dos mesmos, a quem obrigavam a prostituir-se em locais de circulação rodoviária.
«A vítima foi atraída, através da Internet, ao nosso país com falsas promessas de uma vida em comum e trabalho legítimo, sendo, após a sua chegada, coagida a prostituir-se, após lhe terem retirado os seus documentos de identificação», adianta a PJ.
Na ação levada a cabo, foi possível recuperar a documentação da vítima, ainda na posse dos suspeitos. As duas mulheres detidas têm 38 e 50 anos de idade e não têm qualquer ocupação profissional, enquanto o homem, de 33 anos de idade, exerce, esporadicamente, a atividade de sucateiro.
A dois dos detidos foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva, ficando a detida mais velha sujeita à obrigação de apresentações periódicas às autoridades. (Fonte TVI)
PJ identifica angariadores de escravos
A Polícia Judiciária identificou sete indivíduos que ao longo dos últimos anos recrutavam pessoas para explorações agrícolas em Espanha.
Até ao momento, segundo apurou a TVI, as autoridades conseguiram resgatar 15 homens da zona da Beira Alta, que sobreviviam sem salários e em condições degradantes.
Até ao momento, segundo apurou a TVI, as autoridades conseguiram resgatar 15 homens da zona da Beira Alta, que sobreviviam sem salários e em condições degradantes.
Pode consultar aqui a vídeo reportagem.
Valongo: escravizados por feirantes em «campo de concentração»
Um juiz de Valongo que em meados deste mês decretou prisão preventiva para dois feirantes, por indícios de escravizarem pelo menos quatro homens fragilizados, considerou que os arguidos criaram às vítimas situações «a roçar» a dos campos de concentração.
No auto de interrogatório dos arguidos, a que Lusa teve agora acesso, o magistrado assinalou que a conduta dos arguidos, mãe e filho, denotou «um profundo desrespeito pela vida e dignidade humanas, a roçar um quase gueto ou situação de campos de refugiados ou de campos de concentração, que a história infelizmente tem vindo a repetir».
A arguida Carminda alegou agir «por caridade» ao recrutar homens que trabalhavam a troco de nada ou quase nada, sujeitos a maus-tratos, coacção e ameaça e privados de documentos de identificação, mas os argumentos não convenceram o juiz.
Entre os que se iludiram com promessas de emprego «a ganhar bem», aceitando trabalhar para os arguidos numa sua propriedade de Campo, Valongo, conta-se Carlos Silva, um homem com problemas psicológicos, institucionalizado num lar de Guimarães em regime semiaberto.
O que ganhou, afinal, foram ameaças («Se fugires daqui e fores à polícia, vamos apanhar-te e dar-te dois tiros»), mas, dias depois, conseguiu remediar a situação, fugindo e contando tudo à polícia.
Foi, apesar de tudo, um calvário bem menos longo que o do imigrante Ivan Tymosho, que foi sujeito a mais de dois anos de trabalho escravo (entre Julho de 2007 e Novembro de 2009), depois de lhe reterem o passaporte, a pretexto de legalizarem a sua situação laboral.
Conforme descrevem os autos, tinham-lhe prometido emprego a troco de alojamento, alimentação e transporte e 500 mensais e deram-lhe 50 euros, faziam-no pernoitar numa garagem, sem condições de habitabilidade e higiene e agrediam-no porque «não se dedicava suficientemente aos trabalhos que lhe eram destinados».
Carlos Craveiro, que dormia ao relento em Vieira do Minho e padecia de epilepsia, foi outro engajado pelo grupo.
Nunca lhe pagaram um tostão e à noite era trancado num quarto com José Vieira, que também padecia de epilepsia, não tinha qualquer retaguarda familiar e sobrevivia de biscates, antes de os arguidos o submeterem a trabalho escravo.
Às autoridades, contou que trabalhava de sol a sol em Valongo, mas também em Espanha, e garantiu que foi vítima de agressões.
O caso de esclavagismo acabou em 13 de Julho passado, quando a Polícia Judiciária passou a pente fino a propriedade de Valongo e encontrou armas não licenciadas, munições e muitos documentos bancários provenientes de uma exploração laboral «já com uma significância quantitativa considerável e geradora de lucros avultados».(Fonte TVI)
No auto de interrogatório dos arguidos, a que Lusa teve agora acesso, o magistrado assinalou que a conduta dos arguidos, mãe e filho, denotou «um profundo desrespeito pela vida e dignidade humanas, a roçar um quase gueto ou situação de campos de refugiados ou de campos de concentração, que a história infelizmente tem vindo a repetir».
A arguida Carminda alegou agir «por caridade» ao recrutar homens que trabalhavam a troco de nada ou quase nada, sujeitos a maus-tratos, coacção e ameaça e privados de documentos de identificação, mas os argumentos não convenceram o juiz.
Entre os que se iludiram com promessas de emprego «a ganhar bem», aceitando trabalhar para os arguidos numa sua propriedade de Campo, Valongo, conta-se Carlos Silva, um homem com problemas psicológicos, institucionalizado num lar de Guimarães em regime semiaberto.
O que ganhou, afinal, foram ameaças («Se fugires daqui e fores à polícia, vamos apanhar-te e dar-te dois tiros»), mas, dias depois, conseguiu remediar a situação, fugindo e contando tudo à polícia.
Foi, apesar de tudo, um calvário bem menos longo que o do imigrante Ivan Tymosho, que foi sujeito a mais de dois anos de trabalho escravo (entre Julho de 2007 e Novembro de 2009), depois de lhe reterem o passaporte, a pretexto de legalizarem a sua situação laboral.
Conforme descrevem os autos, tinham-lhe prometido emprego a troco de alojamento, alimentação e transporte e 500 mensais e deram-lhe 50 euros, faziam-no pernoitar numa garagem, sem condições de habitabilidade e higiene e agrediam-no porque «não se dedicava suficientemente aos trabalhos que lhe eram destinados».
Carlos Craveiro, que dormia ao relento em Vieira do Minho e padecia de epilepsia, foi outro engajado pelo grupo.
Nunca lhe pagaram um tostão e à noite era trancado num quarto com José Vieira, que também padecia de epilepsia, não tinha qualquer retaguarda familiar e sobrevivia de biscates, antes de os arguidos o submeterem a trabalho escravo.
Às autoridades, contou que trabalhava de sol a sol em Valongo, mas também em Espanha, e garantiu que foi vítima de agressões.
O caso de esclavagismo acabou em 13 de Julho passado, quando a Polícia Judiciária passou a pente fino a propriedade de Valongo e encontrou armas não licenciadas, munições e muitos documentos bancários provenientes de uma exploração laboral «já com uma significância quantitativa considerável e geradora de lucros avultados».(Fonte TVI)
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